Crónica 1 - Devendra Banhart

Alinhamento:

  1. Roots ( Oh me, oh my)
  2. A sight to behohd ( Rejoicing in the hands)
  3. Michigan State (Oh me, oh my)
  4. Ay Mama (Nino Rojo)
  5. Todos los Dolores (Rejoicing in the hands)

Discografia:

  • Oh me, oh my ( 2003)
  • Black Babies (UK) (EP) (2004)
  • Rejoicing in the hands ( 2004)
  • Nino Rojo (2004)

Devendra Banhart - Crónica

Hoje 5.feira, 2 de Junho, fala-se de Devendra Banhart, senhor que marcará presença,este ano no Festival do Sudoeste. Dia 5 de Agosto subirá aos palcos para mostrar, ou pelo menos é isso que se espera, porque é o homem do leme da nova folk americana. Este trovador, neo-hippie e em tempos também sem-abrigo, segundo rezam as crónicas, foi apadrinhado por Michael Gira, senhor da Young God Record, quando este ouviu um CD-R que Siubhan Buffy, baterista dos Flux Information Services lhe tinha recomendado. E assim começou a carreira ascendente de Devendra Banhart.

Em 2004, com 32 músicas na sacola, gravadas numa quinta (algures no Alabama), a convite de Lynn Bridges (que trabalhou com Bob Dylan) e num recorde de 10 dias, as 32 músicas prontas a ser trabalhadas em estúdio. O primeiro fruto a nascer deste trabalho foi Rejoicing in the hands, editado nos principios de 2004. O seu sucessor, e porque as 32 músicas não poderiam ser todas editadas no mesmo albúm, saía em Setembro do mesmo ano, com o título de Nino Rojo.

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E porque 2004 seria um ano muito rico e produtivo para Devendra, a Young God Records lançava ainda um EP de seu nome Black Babies, para satisfazer a febre devendrática, que entretanto, se fazia sentir nos meandros do mainstream. Este EP é composto por 8 faixas para e cito "help Devendra along in his travels through the universe"...

Esperemos então que Devendra cante e encante, para fazer jus a uma crítica tão aclamada.

Filipa Madeira Maduro